O coronavírus não é um vírus novo e possui sintomas semelhantes ao de uma gripe comum, como tosse, febre e falta de ar. O novo agente do coronavírus nomeado como COVID-19 foi descoberto na China no final do ano passado e gradualmente foram relatados outros casos ao redor do mundo. No Brasil dois casos já foram confirmados.

Mesmo não havendo razão para pânico no momento, as pessoas já estão em estado de alerta. A procura por álcool em gel, máscaras e produtos de higiene cada dia que passa aumenta mais. Assim como o cuidado em áreas comuns e de grande movimento de pessoas ficou redobrado, já que, a contaminação do Covid-19 se dá através do contato das gotículas de tosse ou espirro com olhos, nariz ou boca.

A chamada quarentena domiciliar foi o protocolo aplicado aos dois infectados detectados no Brasil e isso gerou desconforto para muita gente, principalmente para quem mora em prédios e dividem área comum. Nela a pessoa fica 14 dias em casa com monitoramento a distância e, caso apresente alguma alteração em seu quadro, deve ir ao hospital.

Mas, o que os condomínios podem fazer?

 A elaboração de materiais didáticos seja em vídeo, texto etc, dando dicas do que fazer e não fazer, dicas de higiene, entre outras, é uma boa saída. Os síndicos também podem tomar medidas simples como: afixar cartazes de comunicação para os moradores, acomodar perto de elevadores dispênser com álcool em gel, conversar com os auxiliares sobre medidas de higiene. É válido apostar na limpeza mais frequente das áreas comuns e que pessoas tem muito contato como corrimão e quaisquer superfícies.

Vale ressaltar que há atitudes que o condomínio não deve, em hipótese alguma, tomar. Atitudes que são erradas e até mesmo ilegais como foi o caso de um condomínio em São Paulo exigiu que chineses usassem apenas elevador de serviço, higienizassem as mãos com álcool em gel e eram proibidos de entrar sem o uso de máscara.


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